Cada um no seu quadrado!

Hoje me peguei refletindo sobre a impulsividade humana de querer fazer com que os outros tomem atitudes que na verdade esse tipo de pessoa tomaria. Fiquei me perguntando como essas pessoas, que nunca querem ter suas vidas invadidas com opiniões alheias, são capazes de projetar esse erro na vida dos que os cercam. Sei que muitas vezes elas fazem isso sem perceber  ou pelo simples fato de quererem passar suas experiências já vividas de determinadas situações no intuito de ajudar; assim como também sei que existe aquele tipo de pessoa que se acha a dona da razão e que acha que se você não agir da forma que ela agiu, você irá se ferrar.

Gente, cada ser humano é único. Por isso sente, PENSA e REAGE de forma diferente. E sinceramente é isso o que acho de mais belo no ser humano.  Acho fantástica sua capacidade das pessoas de sentir o que as cercam e perceber e encarar tudo isso ao seu modo tão intrínseco.  E assim como cada ser humano é único, cada situação também é única por mais que aparente ser igual àquela já vivida por um conhecido pelo fato do ser humano ser único. Então como se achar o dono da razão a ponto de se intrometer na vida alheia e dar um “conselho” como se fosse uma receita pronta para a solução de seus problemas? sabe qual a atitude é mais correta para se tomar? Quem pode garantir que repetir uma ação alheia irá garantir sucesso frente a uma situação? Como medir quem tem mais experiência que o outro?

Sem falar que querer impor seja o que for para alguém é uma atitude extremamente estúpida e desrespeitosa por anular a personalidade, a essência e o processo de aprendizagem do indivíduo.

Mas que fique bem claro: é preciso que se policiem quanto suas atitudes para que não se tornem  serem inconvenientes.

Sou aquele tipo de pessoa que não costumo usar meios termos. Quem me conhece bem, sabe. Não curto ser grossa com ninguém. Não curto ser insistente com ninguém. Por isso muitas vezes me calo. Continuo crendo que o silêncio é a melhor resposta. Também não quero obrigar ninguém a agir como eu agiria nem impor nenhum dos meus pensamentos e princípios, mas exijo respeito às minhas opiniões, crenças e atitudes. Quem não concorda com elas, é simples: se cale ou se afaste de mim. Simples. Querer impor seja o que for para alguém é extremamente desrespeitoso por anular a personalidade, a essência e o processo de aprendizagem do indivíduo. E comigo definitivamente, não funciona.

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Voltei!!!

Depois de meses sem postar aqui, decidi voltar! Muitas coisas aconteceram, coisas ruins, coisas boas e hoje estou aqui… Levando minha nova vida de casada, sendo dona de casa, formada, trabalhadora e batalhadora por dias melhores.  Muitas ideias, muitos sonhos, muitos planos surgindo na cabeça e não há momento melhor para voltar a escrever no meu blog. Espero que as pessoas que me visitam aqui gostem do que verão! Agora vou nessa porque o sono está querendo chegar chegando, hahahaha. Boa noite pra quem fica!

 

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VIA LÁCTEA

Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz

Mas não me diga isso

Hoje a tristeza
Não é passageira
Hoje fiquei com febre
A tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela
Parecerá uma lágrima

Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza
Das coisas com humor

Mas não me diga isso

É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto
Isso passa
Amanhã é um outro dia
Não é?

Eu nem sei porque
Me sinto assim
Vem de repente um anjo
Triste perto de mim

E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado
Por pensar em mim

Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho

Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser
Quem eu sou

Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado
Por pensar em mim

Não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado
Por pensar em mim

(Legião Urbana)

 

O tempo cura…

gfr

 

hgd

 

mes

 

kkkkk

 

hg

“Muita coisa que ontem parecia importante ou significativa amanhã virará pó no filtro da memória. Mas o sorriso (…) ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo”.

(Caio F. Abreu).

Metade…

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eu 8

 

 

“Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio…”.

(Oswaldo Montenegro)

Vivendo…

eu

Sumida… Trabalhando e estudando muuuito. Mas juro a mim mesma que arrumarei um tempo para atualizar mais meu blog.

Boa noite para quem fica!

Kisses.

Nunca tive medo da morte…

Índice(Caronte, o barqueiro da Morte)

          Nunca tive medo da morte. Nunca desejei viver demais. Sempre gritei aos quatro cantos do mundo para quem quisesse ouvir que me bastaria viver até os setenta anos. O medo da morte, na maioria das vezes, surge pelas incertezas do que existe além dela; se há algo mais ou se realmente é o fim de tudo. Não tenho medo do que está por trás dela; meu medo não é esse.

          A primeira vez que me deparei com a morte foi no enterro do meu avô materno. Não lembro quantos anos eu tinha; só me recordo que era criança. Sofri mesmo assim, claro. As crianças sofrem a seu modo. E apesar dos meus sentimentos serem confusos demais para a idade, eu já não temia a morte.

          Outro contato que vivenciei, porém bem mais intenso, foi o falecimento do meu pai. Tinha apenas 21 anos e já possuía também uma capacidade reflexiva maior para perceber e discernir meus sentimentos, sensações e saber que postura adquirir diante dessa situação. E mesmo com esse contato tão próximo, o medo não bateu a porta e não mudei minha ideia sobre morrer aos setenta anos.

          Até que a pouco tempo, na verdade agora aos meus vinte e oito anos, a morte de uma prima da minha mãe me intrigou a ponto de me fazer rever meus lemas e a forma que encaro a vida e a morte. A moça era jovem, bonita, acadêmica e tinha um namorado. Aparentemente, levava uma vida como qualquer outra pessoa leva. Como a minha. Ou como a sua, talvez.  Mas não, não era. Era a vida dela e era única. Como a minha e a sua. Vivida e percebida de forma também única apesar de fatos semelhantes ocorrerem na vida de todos nós. Sem chances de retornos. Sem chances para novos erros e acertos.

          Hoje estamos aqui; lendo, conversando, sorrindo ou chorando, fazendo planos ou já mudando o rumo de nossas vidas. Mas amanhã de repente, tudo pode terminar. Será que o que foi vivido até agora valeu a pena? Será que ao fazermos uma reflexão poderemos concluir que a maioria das nossas vivências valeu a pena? Continuo não tendo medo da morte, mas confesso que esse último fato me levou à toda essa reflexão.

          Não tenho medo da morte. Meu medo é de olhar para trás e achar que não valeu a pena; que não vivi como eu queria e que não conquistei o que almejava. E por conta disso acabei criando uma certa urgência em estar e me sentir viva; em agarrar as coisas boas que a vida me oferece e me afastar do que me atrasa. Fez nascer uma sede de viver, mas não desenfreadamente e sim com cautela; para que no final eu conclua que nada foi em vão e que a vida fez sentido para mim. Apesar de ter urgência em estar viva eu não quero ter pressa de viver. Quero que seja intenso enquanto em mim houver vida.

E nada de deixar para amanhã. Amanhã pode ser tarde demais…

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